Nessa avaliação, considero como esses sintomas se relacionam com a sua história, o funcionamento emocional e o corpo, orientando um tratamento que não se limita à medicação.
E, muitas vezes, ainda vem aquela dúvida:
“Será que eu realmente preciso de ajuda?”
Se você se identificou com isso, eu estou aqui para te ajudar.
O atendimento considera como os sintomas se relacionam com a sua história, o momento de vida, o funcionamento emocional e o corpo.
A medicação, quando indicada, faz parte do tratamento, mas não o define.
O acompanhamento é conduzido com o objetivo de que, ao longo do tempo, você desenvolva mais clareza sobre o que está acontecendo e mais autonomia para lidar com a própria vida.
Ansiedade persistente, crises de pânico e sensação de alerta constante
Desânimo persistente, perda de interesse e redução de energia
Dificuldade para iniciar ou manter um sono reparador
Dificuldade de foco, organização e sobrecarga mental
Oscilações significativas de humor, energia e funcionamento, com episódios de mania ou hipomania e depressão
Quando dor física e sofrimento emocional se influenciam mutuamente (ex: fibromialgia)
Esgotamento emocional e físico associado ao contexto de trabalho
Transtorno do espectro autista, transtornos de personalidade, transtorno de estresse pós-traumático, transtornos alimentares, transtornos psicóticos, transtorno obsessivo-compulsivo, entre outros
Cursei Medicina na Universidade Federal da Bahia (UFBA).
Fiz residência em Psiquiatria na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM) e residência em Anestesiologia, além de pós-graduação em Cuidados ao Paciente com Dor pelo Hospital Sírio-Libanês, formação que fundamenta minha prática clínica integrada entre saúde mental e dor.
Integro a psiquiatria baseada em evidências a uma abordagem que considera o corpo, o estilo de vida e as dimensões emocionais e existenciais da experiência humana.
O objetivo não é apenas reduzir sintomas, mas ampliar recursos internos, autonomia e qualidade de vida.
A avaliação é realizada de forma detalhada, respeitando o seu tempo.
A medicação é indicada quando necessária, de forma individualizada e com acompanhamento próximo.
O tratamento é orientado por evidências, sem perder de vista a singularidade de cada caso.
Formação em anestesiologia e medicina da dor, ampliando o cuidado em casos onde sintomas físicos e emocionais se interligam.
Após o atendimento inicial, você tem direito ao primeiro retorno gratuito em até 2 ou 3 semanas, para entender como está sua evolução, ajustar o que for necessário e esclarecer dúvidas que possam surgir nesse início.
Esse momento é importante para garantir que o tratamento esteja adequado às suas necessidades.
O primeiro contato é feito pelo WhatsApp, onde você pode agendar a consulta de forma prática e esclarecer dúvidas iniciais.
Avaliação cuidadosa da sua história, dos sintomas e do momento de vida, com escuta atenta e acolhedora.
A partir da consulta, decidimos juntos a forma de acompanhamento: frequência dos encontros, possíveis mudanças no estilo de vida, indicação de psicoterapia e, quando necessário, uso de medicação.
Você é acompanhado ao longo do processo, com um retorno em 2 a 3 semanas para ajustes e orientações. Esse primeiro retorno não é cobrado.









Agende sua consulta e conte comigo para cuidar de você com o acompanhamento adequado.
Esse é um receio comum. O tratamento é conduzido com ajuste gradual e acompanhamento próximo.
Quando indicada, a medicação é escolhida e ajustada para aliviar os sintomas sem comprometer a clareza, a energia e o funcionamento no dia a dia.
Situações com ideação suicida, sintomas psicóticos ou prejuízo importante no funcionamento exigem avaliação rápida.
Se isso estiver acontecendo com você, procure atendimento presencial o quanto antes ou um serviço de urgência.
O psiquiatra é médico, responsável pela avaliação clínica e, quando necessário, pela prescrição de medicação.
O psicólogo atua principalmente na psicoterapia.
Em muitos casos, os dois acompanhamentos podem ser complementares.
A duração do tratamento varia conforme o tipo de quadro, a intensidade dos sintomas e a resposta ao acompanhamento.
Em relação à medicação, nem sempre ela é necessária por tempo prolongado, e sua indicação é reavaliada ao longo do processo.
Sim. Os dois processos podem se complementar de forma muito positiva. Em alguns casos, pode haver parceria entre os profissionais.